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CONSULTA DE PSIQUIATRIA

A Psiquiatria ocupa um lugar único dentro das áreas médicas, como área de charneira e de cruzamento entre as dimensões biológica, psicológica, social e cultural. Implica assim, quase que por definição, a capacidade de articular e integrar saberes e conhecimento, bem como de funcionar de modo integrado e compreensivo, com outras áreas clínicas.

Incluí intervenções médicas, psicofarmacológicas e outras, nas áreas de perturbações depressivas, de ansiedade, fobias, perturbações obsessivas, distúrbios de comportamento alimentar, doença bipolar, psicoses, doenças ligadas ao envelhecimento tais como défice cognitivo ligeiro e síndromas demenciais, etc.

CONSULTA DE PSICOLOGIA

o oráculo que disse “ conhece-te” propôs uma tarefa maior que as da Hércules e um enigma mais negro que o da Esfinge
Livro do Desassossego; Fernando Pessoa

Este é o desafio que a consulta de Psicologia propõe!

Esta consulta na Clínica OPIN surge alicerçada numa abordagem transdisciplinar desenvolvida numa experiência de trabalho e articulação que permite uma melhor resposta às necessidades a nível da saúde mental. Serve diversos propósitos não só ao nível da prevenção como ao nível do tratamento do sofrimento emocional .

Adultos – Consulta de avaliação inicial

Consiste numa análise detalhada do funcionamento psicoafectivo cujo objetivo visa a elaboração de um plano terapêutico personalizado e do seu acompanhamento.

Consulta multidisciplinar (psicologia-psiquiatria; psiquiatria-enfermagem)

Cada vez mais é evidente a importância da visão integrada e integrativa dos diversos profissionais no encontro de soluções terapêuticas facilitadoras da homeostase emocional. Com este objetivo, sempre que necessário é proposta uma consulta multidisciplinar, em que estão presentes o paciente e os diferentes terapeutas envolvidos no seu processo terapêutico.

CONSULTAS DE PSICOTERAPIA

Mudar sintomas, comportamentos e emoções passa muito frequentemente por um tratamento mediado pela relação interpessoal e por estratégias terapêuticas que não só ou não apenas medicação psicofarmacológica. São os chamados processos psicoterapêuticos.

Existem várias técnicas de psicoterapia, indicados consoante a pessoa e os problemas em causa. Na OPIN existem psicoterapeutas com formação nas áreas de :

  • Psicodinâmica
  • Grupanálise
  • Familiar sistémica
  • Cognitivo – Comportamental.

Este processo poderá ser levado a cabo individualmente ou em grupo.

Crianças e Jovens

Nunca foi tão  difícil ser criança e ser pais como nos tempos atuais!

Desenvolvemos tecnologia que nos permite ver o bebé in útero, conhecer-lhe feições,  traços fisionómicos e, mais tarde, ouvi lo a chorar à distância…dispomos de  toda uma serie de tecnologia que à partida deveria facilitar as tarefas da parentalidade e do crescimento físico e emocional saudável…então porque na realidade não o é?!

Entre horários escolares e familiares apertados, entre rotinas das aprendizagens e exigências letivas importantes, mas não exclusivamente fundamentais, as CRIANÇAS sentem e vivem o mundo que as rodeia de uma forma menos criativa com menor espaço para o brincar, atividade lúdica, prazerosa e fundamental para o aprender a ser na relação consigo mesmo e com os outros.

Neste abordagem a OPIN disponibiliza ajuda aos pais e às crianças na compreensão, deteção e encaminhamento precoce das fragilidades inerentes ao processo de crescimento e construção de uma identidade.

CONSULTA DE AVALIAÇÃO PSICOAFECTIVA

Esta consulta visa uma análise e compreensão das dinâmicas relacionais da criança e do seu seio familiar, tal como a deteção de eventuais angústias ou conflitos internos que possam constituir-se como entraves ao crescimento psicoafectivo. Esta avaliação, realizada pelo uso de técnicas psicométricas e projetivas, culmina com uma atribuição de significado e sentido face às queixas inicias, permitindo um conhecimento do funcionamento psíquico da criança, o que favorece o delinear de uma proposta de intervenção sempre que necessário.

Dentro desta avaliação destacam se as perturbações do comportamento, dificuldades escolares, dificuldades na concentração e motivação para o desempenho escolar, avaliação do ingresso para o ensino básico, dificuldade nos relacionamentos interpessoais e na expressão de afetos etc.

CONSULTAS DE ACOMPANHAMENTO PSICOTERAPÊUTICO

Esta consulta visa, após um momento de avaliação, constituir-se como um momento facilitador de uma melhor capacidade de expressão e gestão afetiva da criança consigo mesma e na relação com os outros (pares e elementos do seio familiar), o que permitirá encontrar novas formas de atribuição de significado ao mau estar emocional, logo reduzir uma serie de queixas, sintomas ou comportamentos menos ajustados ou de boicote à estabilidade emocional da criança, do jovem e das suas famílias.

CONSULTA DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MENTAL E PSIQUIÁTRICA

É um processo interpessoal que promove e mantém comportamentos que contribuem para o funcionamento integrado do cliente. O cliente pode ser um indivíduo, uma família, um grupo, uma organização ou uma comunidade.

Alicerçando-se numa relação terapêutica sólida, utiliza, assim uma diversidade de métodos como treino da assertividade (comunicação) e métodos de controlo de stress, no contexto de certas perturbações da saúde mental e psiquiátricas, atuando num contínuo desde a intervenção, à prevenção e promoção.

Partindo do modelo de vulnerabilidade-stress-coping e do modelo de Adaptação ao Stress de Stuart, o controlo do stress assume um papel especial na recuperação pessoal. Este visa desenvolver estratégias adaptativas e funcionais a curto prazo para a redução de reações indesejadas ao stress e o desenvolvimento de estratégias eficazes a longo prazo para lidar adequadamente com o evitamento de situações de stress e para promoção da capacidade de lidar com o mesmo.

Tal implica a combinação de diferentes procedimentos terapêuticos, nos quais se enquadram num plano de tratamento multimodal.

Desta forma, acontecem em complementaridade várias intervenções, nomeadamente de resolução de problemas, de relaxamento, de gestão do tempo, de reestruturação cognitiva, de promoção de atividades positivas e de prazer, de aquisição de hábitos de vida protetores, de treino de competências sociais, de técnicas distrativas, flexivelmente adaptadas às necessidades do cliente.

CONSULTA DE PSICO-RELAXAMENTO

Resumo das intervenções no Treino de Controlo do Stress

Foco da IntervençãoStressores (S)Pessoa (O) - Auto-modificaçãoConsequências (R) - Reactividade
Estratégias eficazes a curto prazo> Evitamento> Relaxamento
> Condução da atenção
> Auto-verbalização/treino do stress
Estratégias eficazes a longo prazo> Resolução de problemas
> Gestão do tempo
> Evitamento de situações demasiado exigentes
> Treino de discriminação
> Reestruturação cognitiva
> Melhoramento das competências sociais
> Promoção de atividades positivas e de prazer
> Aquisição de hábitos de vida protectores
> Treinos regulares de relaxamento a longo prazo

CONSULTA DE INTERVENÇÕES NEUROPSICOLÓGICAS

As Avaliações Neuropsicológicas têm como objetivo avaliar capacidades cognitivas como a Atenção, a Concentração, a Memória Imediata e a Longo Prazo e o Raciocínio. Estas avaliações contribuem para:

  •  o diagnóstico diferencial entre o estado Normal vs Defeito Cognitivo Ligeiro ou Demência, em doentes com doença   neurológica e/ou psiquiátrica;
  •  o diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência;
  •  a avaliação da eficácia da medicação e outras intervenções em doentes com perda cognitiva.

A Estimulação Cognitiva está indicada para pacientes com doenças neurológicas e psiquiátricas que apresentem perdas cognitivas e emocionais. Visa o treino de capacidades importantes nas atividades de vida diária, trabalho e tempos livres, como a Atenção, Concentração, Memória e Raciocínio, a fim de se conseguir o seu máximo de potencial. O plano de estimulação individualizado, integra a cognição, a emoção e o comportamento da pessoa e é um trabalho conjunto de terapeuta e paciente a fim diminuir o impacto dos défices no dia a dia.

CONSULTA DE TERAPIA FAMILIAR E DE CASAL

“Tornar-se família é um dos processos de mudança mais significativos da vida humana” (Brazelton, 2001)
A Família é uma unidade de vital importância para os indivíduos que a compõem, devido aos laços biológicos e emocionais que os unem. O desenvolvimento de cada indivíduo que a constitui é inseparável do desenvolvimento da família enquanto um todo, todo esse, que ultrapassa a soma das suas partes.

Este é um sistema complexo, aberto e dinâmico, que se encontra em contínua evolução, com crises que exigem um reajustamento e adaptação, também contínuos, das regras que o regulam. Assim, o potencial transformador da família confere-lhe um papel privilegiado não apenas na origem, como no solucionar da perturbação.

A maioria dos problemas, sintomas e conflitos que motivam uma consulta tem um profundo impacto na família, da qual o indivíduo é uma parte e vice-versa.

É com base nesta perspetiva que surge a Terapia Familiar Sistémica, que privilegia a noção de que indivíduos e os seus problemas são mais bem compreendidos em contexto relacional familiar.

A Terapia Familiar Sistémica está indicada sempre que houver uma perturbação no sistema familiar, ou no casal, e a família aceite a intervenção e acredite na sua capacidade de resolução da crise. A Terapia Familiar é um método psicoterapêutico que utiliza como meio de intervenção sessões conjuntas que envolve todos os elementos significativos de um sistema familiar no qual a intervenção se vai centrar. O aparecimento de uma situação de doença ou perturbação emocional gera inevitavelmente uma crise a nível individual e familiar. Novos sentimentos e preocupações são despoletados, novas decisões têm que ser tomadas e as prioridades podem ter que ser alteradas. Este é um período de perturbação emocional em que a coesão e força da família serão postas à prova. Esta consulta serve para encontrar saídas alternativas àquelas que até aí não foram eficazes.

Não é necessária a presença de toda a família para que esta seja eficaz. Membros da família que não estejam interessados muitas vezes envolvem-se mais tarde se existir pelo menos um membro da família motivado.

OFICINAS DE PSICOGERIATRIA

O aumento na esperança média de vida não é, muitas vezes, acompanhado pela qualidade da mesma. Torna-se, portanto essencial não apenas “dar mais anos de vida” ás pessoas, mas também “dar mais vida aos anos”.

Segundo dados do Relatório Final do Grupo de Trabalho sobre Saúde Mental no Envelhecimento e Pessoas Idosas – DGS  2005 – mais de 1.5 milhões de pessoas em Portugal têm 65 ou mais anos, sendo pelo menos 60.000 portadoras de quadros demenciais e mais de 100.000 com diagnóstico de depressão.

A consulta de psiquiatria geriátrica destina-se à saúde mental após os 65 anos. Esta fase da vida tem particularidades muito específicas que requerem cuidados vocacionados para problemas tipicamente relacionados com a idade.

O envelhecimento acarreta alterações da saúde em geral, com a coexistência de várias doenças mais ou menos debilitantes, que afetam em maior ou menor grau a mobilidade e autonomia dos doentes. Tais situações podem gerar problemas de adaptação, a par do luto e da aceitação de novas realidades.

Simultaneamente, um vasto leque de patologias podem surgir ou evidenciar-se nesta faixa etária, nomeadamente depressão, ansiedade, alterações da memória, do comportamento ou discurso delirante, sendo necessária uma especial atenção ao tratamento, uma vez que se tratam de doentes em geral polimedicados.

A melhor abordagem nestes casos será sempre pluridisciplinar, por forma a diagnosticar, tratar e reabilitar os doentes de forma a preencher ao máximo o potencial de recuperação.

Este serviço da clínica OPIN privilegia o conceito de envelhecimento ativo, em que o envelhecer é concebido não como um processo de degradação e declínio, mas sim de integração e mudança, que implica perdas e ganhos, num processo que pode ser facilitado por profissionais.

Para além das consultas individuais de psiquiatria, enfermagem de saúde mental e psicologia, inclui: intervenções de avaliação neuropsicológica e de reabilitação cognitivo-emocional, quer individual quer em grupo.

CONSULTA DE NUTRIÇÃO

A área da nutrição assume uma extrema importância na vida do ser humano!

Com o reconhecer crescente da inseparabilidade entre o corpo e a mente, cada vez mais investigação revela a importância da nutrição para o funcionamento do organismo como um todo, detendo um impacto praticamente inigualável não apenas na saúde física, mas também na saúde mental.

É a nutrição o combustível fundamental do nosso cérebro e organismo que influencia o modo como nos sentimos, pensamos, agimos… em suma: vivemos. Neste sentido torna-se crucial uma alimentação equilibrada e saudável de forma a proporcionar ao corpo condições para uma vida com qualidade. Nas consultas de nutrição na clínica OPIN aprenda, descobrindo como pode , a comer melhor e a fazer uma dieta fracionada e equilibrada, havendo em simultâneo uma avaliação da impedância corporal.

CONSULTA DE PERTURBAÇÕES COMPORTAMENTO ALIMENTAR

A perturbação do comportamento alimentar constitui uma perturbação complexa, multifacetada, multifatorial, e extremamente pervasiva, impactando detrimentalmente a qualidade de vida do indivíduo. A sua crescente taxa de incidência e os elevados níveis de mortalidade a que se associa, assim como  as exigências desafiantes e particulares que a caracterizam, fazem urgir a mobilização de esforços para providenciar resposta a esta população.

A compreensão da complexa interação entre aspetos biológicos, sociocognitivos e emocionais inerentes à disfunção do comportamento alimentar permanece um desafio na investigação e clínica, pela heterogeneidade desta população e abrangência dos domínios afetados.

Paradoxalmente, a mais consensual característica da mesma é, que o comportamento alimentar disfuncional é apenas uma ínfima (e até, por vezes, acessória) parte do que esta perturbação traduz.

Muitas vezes esta pode ser vista não como uma doença, mas um estilo de vida, uma identidade, um conjunto do mais largo espectro de hábitos que alimentam e agravam não só o estado mental e físico do indivíduo, como a sua possibilidade de recuperação.

Enquanto tal e congruentemente com a filosofia integrativa, transdisciplinar e biopsicossocial da clínica OPIN, uma avaliação e intervenção focada apenas no próprio comportamento alimentar (ex.: na monitorização de peso, elaboração de um plano alimentar regular, etc.) torna-se inevitavelmente incompleta e improdutiva.

A abordagem da clínica OPIN procura ser portanto uma abordagem transdiagnóstica, enfatizando a patologia nuclear central, comum a todas as perturbações alimentares, independentemente do diagnóstico específico (ex.: sobreavaliação da forma e do peso, em que esta e o seu controlo se tornam base exclusiva a partir da qual o individuo se avalia e gere a sua vida, intolerância a variações do humor, baixa auto estima, dificuldades interpessoais, perfeccionismo…).

Tal busca assegurar um foco no indivíduo não nos seus sintomas, numa ótica promotora e preventiva, mais do que remediativa. Privilegia-se um investimento particular na relação terapêutica, na promoção da motivação e compromisso com o tratamento, assim como a avaliação médica, sendo estes aspetos desafios distintivos e significativos neste tipo de perturbações segundo a investigação.

Consequentemente, torna-se ainda necessário recorrer ao conhecimento integrado de um amplo grupo de disciplinas, e a um conjunto igualmente amplo de métodos de intervenção (tal como programas de regulação emocional, auto-monitorização, mindfullness…).

Em suma e, novamente em congruência com a filosofia da clínica OPIN, procura-se ajudar o indivíduo a encontrar um novo equilíbrio, uma forma de viver e uma identidade mais satisfatórias e salutogénicas, buscando mitigar a alienação e os elevados níveis de stress emocional que tanto caracterizam todo o espetro desta perturbações.

CONSULTA DA MULHER

Programa de saúde da mulher

Sabia que o ciclo menstrual feminino foi considerado, já por várias vezes, pela OMS como o sexto sinal vital?

Efetivamente, problemas ao nível do ciclo menstrual são um dos primeiros sinais de saúde (física ou psicológica) sub-ótima. Assim, a mulher tem o privilégio de ter um “relatório de saúde mensal” gratuito. No entanto, o sistema de saúde muitas vezes parece estruturado para mitigar esses sinais, por exemplo, utilizando indiscriminadamente a prescrição de hormonas sintéticas. Apenas recentemente surgem evidências científicas de que o corpo do homem e da mulher funcionam de forma fundamentalmente diferente, e que, portanto, as preocupações e recomendações de saúde não serão idênticas para ambos.

Socialmente, as caraterísticas da mulher foram também vistas, durante muito tempo, enquanto indesejáveis, sendo esta alvo de mensagens de que as suas manifestações únicas (como os ciclos menstruais, oscilações de peso, ou alterações físicas e psicológicas decorrentes da gravidez) deveriam ser “controladas”, “compensadas”, ou até mitigadas (ex.: “não engorde ao engravidar, “controle as suas hormonas”). Inadvertidamente, todos estes aspetos se refletem no modo como os cuidados de saúde física e mental respondem ás preocupações e necessidades da mulher. Problemas endócrinos, autoimunes, metabólicos, e outras condições crónicas tornam-se cada vez mais prevalentes na mulher e advém frequentemente desse tipo de resposta sub-ótima.

Esta consulta visa, precisamente, providenciar uma resposta mais especializada ás problemáticas e desafios que surgem à mulher, quer a nível físico, quer psico-social. Fá-lo concebendo o corpo (e sistema nervoso) feminino, com os seus ciclos, ritmos, oscilações e particularidades, não como obstáculos ao funcionamento ótimo da mulher, mas como um potencial e indispensável aliado ao mesmo.

Para tal, são considerados aspetos do estilo de vida da mulher, desde a alimentação ás condições hormonais e emocionais, no sentido de providenciar uma resposta integrada e individualizada, que não ignora as particularidades do que é ser-se mulher atualmente.

CONSULTA DE GRUPANÁLISE

A capacidade de compreender e comunicar com o outro tem sido considerada como uma das mais cruciais na sobrevivência e evolução do Homo Sappiens enquanto espécie. Atualmente, estudos realizados no âmbito das neurociências têm assinalado a existência de áreas cerebrais especializadas na compreensão dos estados mentais de outro Ser Humano – neurónios espelho – que de forma automática, geralmente, desencadeiam estados mentais semelhantes aos observados naquele que observa. Enquanto tal, torna-se difícil duvidar do forte impacto que o outro tem na vivência e construção de nós próprios.

Esta capacidade refinou a capacidade de funcionar em grupo, comum a grande parte do reino animal, mas que no ser humano assume características particulares e basilares para a construção daquilo que hoje chamaríamos a nossa identidade.

A Grupanálise, pretende, precisamente, utilizar os grupos, as interações e relações grupais para a compreensão do modo como se processam o funcionamento mental e os padrões relacionais de cada elemento do grupo com o seu meio familiar, profissional e social em geral.

O grupo funciona como um microcosmos observável em que os processos não conscientes, parcialmente responsáveis pelo sofrimento mental, surgem espontaneamente podendo ser analisados, elaborados, compreendidos e, eventualmente, transformados, se considerados como patológicos, disfuncionais ou causadores de sofrimento.

Nesta linha de raciocínio, a clínica OPIN oferece a possibilidade de mediante este método, utilizar o funcionamento do grupo enquanto revelador do funcionamento individual, do impacto do grupo enquanto sistema nesse mesmo funcionamento, e de cada indivíduo sobre os grupos em que se insere, estimulando a capacidade e liberdade de pensamento e a autonomia. Tal procura oferece, desta forma, potencialidades de estimulação da aprendizagem e de transformação pessoal, promovendo a desafiante habilidade de equilibrar a nossa transversal necessidade de autonomia e dependência, individualidade e ligação, numa atitude de estar e respeitar o grupo sem perder a individualidade.

CONSULTAS DE MEDICINA FUNCIONAL E INTERGRATIVA

CONSULTA MULTIDISCIPLINAR

Esta consulta multidisciplinar, é uma das práticas distintivas da OPIN e que permite customizar a intervenção a cada cliente, mediante a prática integrada de profissionais de diferentes áreas com vista ao providenciar soluções terapêuticas ótimas, sustentada em práticas, sólidas e especializadas.

CONSULTA INTEGRATIVA DE NECESSIDADES TERAPÊUTICAS

Quer conhecer o seu ADN psicológico?

Cada vez mais se reconhece que “saúde” e “doença” existem em contínuo. Mais do que patologias ou perturbações, falamos de indivíduos, com caraterísticas únicas, pessoais e contextuais, que trazem consigo diferentes necessidades e vulnerabilidades.

De certa forma, cada um de nós tem uma estrutura bio-psico-social, um “psicobiomia”, que traduz a forma como funcionamos, e que terá um impacto do tipo de ajuda que melhor nos pode servir.

Na urgência da criação de respostas terapêuticas que não se baseiem exclusivamente na mitigação da “doença” mas em criar condições aos indivíduos de obter mais gratificação e satisfação da sua vida considerámos útil, que antes de começar um processo terapêutico com qualquer um dos profissionais da OPIN, criar um espaço de exploração de diferentes características do funcionamento da pessoa, através de testes, questionários e entrevistas. Este espaço, materializado numa pré-consulta, da qual resulta um perfil do individuo a ser discutido numa equipa multidisciplinar, de forma a elaborar o percurso terapêutico mais adequado a cada um e selecionar os serviços recomendados,

Posteriormente, este será devolvido à pessoa, e eventualmente reajustado, de forma a servir da forma mais customizada, integrada, e adequada as suas necessidades individuais. O percurso da pessoa será, também, monitorizado, articulado e acompanhando, de forma a garantir a adequabilidade contínua das respostas providenciadas.

Funcionamento da consulta

Esta consulta comporta diferentes momentos:

1.º Entrevista inicial (cerca de 60 minutos)

2.º Preenchimento de instrumentos em casa/online

3.º Retorno e indicação de Plano Terapêutico, com eventual necessidade de aprofundar /estender o processo de avaliação.

Os resultados dos instrumentos serão debatidos em reunião multidisciplinar, sendo a tomada de decisão sempre resultante da análise conjunta dos resultados por parte da equipa.

CONSULTA DE TELE SAÚDE MENTAL

De modo a responder de uma forma mais adequada possível ás exigências de cada situação, contexto e paciente particular, a clínica OPIN procura servir-se de uma multiplicidade de abordagens, perspetivas, metodologias e recursos.

Ora, o contexto de vida atual, é marcado pela proliferação e desenvolvimento crescente da Tecnologia, que assumem um papel fundamental no esbater das fronteiras físicas e comunicacionais.

Tendo por base o crescente número de estudos que relatam a eficácia de intervenções psicológicas virtuais (i.e: via Skype), a clínica OPIN fornece serviços de tele saúde mental, possibilitando o acompanhamento do cliente à distância.

CONSULTA DE SEXOLOGIA CLÍNICA

“A Sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contato, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.(OMS, 1992)

Esta consulta destina-se a pessoas adultas com dificuldades ou problemas na área da sexualidade:

  • Dificuldade no funcionamento sexual (feminino ou masculino);
  • Perturbações no desejo sexual, na excitação, no orgasmo;
  • Ejaculação precoce;
  • Disfunção eréctil;
  • Dispareunia;
  • Vaginismo;
  • Perturbação induzida por condição médica ou substância;
  • Insatisfação sexual;
  • Adaptação à sexualidade em diferentes transições no ciclo da vida;
  • Adaptação da vida sexual a processos de doença.

Esta consulta é clarificado o pedido e realizada uma avaliação especifica. A intervenção pode ser feita individualmente ou em casal.

SUPERVISÃO CLÍNICA

A complexidade terapêutica duma qualquer intervenção clínica, aconselha, ou até torna mandatória, a prática de discussão clínica entre pares, seja em contexto dual, seja em grupo. Falamos da prática estruturada e regular de Supervisão ou de Intervisão Clínica, consoante a formação e experiência clínicas das pessoas envolvidas.

Esta é mais uma das valências disponíveis e realizadas na OPIN.

FORMAÇÃO

A formação profissional de base e a experiência clínica, organizacional e em trabalho de equipa multidisciplinar, dos profissionais que fazem parte da equipa da OPIN, contempla também a valência formativa.

As áreas de formação incluem aspectos mais teóricos sobre temas de Saúde Mental, mas também intervenções mais directas e dinâmicas, nomeadamente nas áreas de relações interpessoais e trabalho de equipa, funcionamento multidisciplinar, integração de novas tecnologias nas dinâmicas interpessoais, bem como intervenções directas em empresas e organizações.

Nestas intervenções, a partir da formação, experiência e conhecimento das dinâmicas de funcionamento individual e grupal, são construídos programas de intervenção, predominantemente em grupo, que visam facilitar e optimizar os respectivos recursos humanos, numa potenciação e promoção da valorização e bem estar individual e simultaneamente grupal, com efeitos positivos a nível de resultados e do interesse da empresa/organização.

Também nesta área, cada caso é um caso e os programas são construídos em função das necessidades e características especificas de cada organização.

CONSULTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL

* Avaliação da funcionalidade em conformidade com os critérios da CIF – Classificação Internacionalidade de Funcionalidade.

O modelo biomédico foca a deficiência, doença ou anormalidade corporal e como esses fatores produzem incapacidade. A partir da abordagem social o significado de deficiência e incapacidade emerge de contextos sociais e culturais específicos.

A utilização da CIF permite a conciliação destas duas perspetivas e que engloba todas as funções do corpo, atividades e participação; e, de maneira similar, incapacidade é um termo que inclui deficiências, limitação da atividade ou restrição na participação.

Assim, a CIF agrupa sistematicamente diferentes domínios de uma pessoa com uma determinada condição de saúde (o que uma pessoa com uma doença ou perturbação faz ou pode fazer). Esta avaliação é utilizada atualmente em diversas áreas do social permitindo o acesso a diversos direitos sociais (prestações sociais, educativos e formativos).

* Apoio e orientação individual na identificação e estimulação de competências sociais e de empregabilidade.

Este apoio assenta em planos individuais e multidimensionais com o objetivo de desenvolver a funcionalidade e estimular o nível de participação social.

* Estratégias individuais ou em grupo de (re) integração em mercado de trabalho (procura ativa de emprego: elaboração de curriculum, preparação para entrevistas)

Esta intervenção assenta na definição de um plano de ação e numa diversidade de técnicas de acesso ao mercado de emprego que promovam uma procura ativa de emprego.

CONSULTA DE GRUPO TERAPÊUTICO DE DEPRESSÃO CRÓNICA

“Não mata mas mói”

“Mais vale uma dor que um cento”

“Que Deus não nos dê tudo aquilo que conseguimos aguentar”

Alguém que sofra de Depressão Crónica consegue fácil e infelizmente identificar-se com as expressões populares acima referidas.

Um elevado e crescente número de pessoas sofre desta patologia, aliás a mais frequente em termos de doença mental e de incapacidade. No entanto trata-se duma perturbação profundamente incompreendida e minimizada, confundida frequentemente com preguiça, falta de força de vontade e fraqueza de caráter.

A vivência depressiva onde predominam as emoções negativas, a baixa auto-estima, o cansaço, a ansiedade, o desprazer, o mal estar psicológico e físico com múltiplos sintomas somáticos tais como, dor, insónia, perturbações digestivas,etc… acaba por dominar toda a vida da pessoa e ter um imenso impacto não só em termos individuais como relacionais, afetando todos os que estão à volta.

A depressão crónica, quer pelos sintomas associados, quer pelas dinâmicas relacionais que vulgarmente desencadeia, acaba por se tornar quase como um modo de estar na vida… isolado, excluído, incompreendido, frustrado, zangado, sem esperança… sendo que deste modo se entra num círculo vicioso, que acaba por se auto alimentar e perpetuar, mantendo-se e tornando-se hábito, o sofrimento e mal estar.

Considerando então esta dimensão vivencial, compreende-se que uma intervenção terapêutica que incida apenas nos sintomas depressivos, seja frequentemente insuficiente.
Faz então sentido incluir no tratamento abordagens complementares que visem para além da melhoria dos sintomas, o possibilitar e promover mudanças no modo como a pessoa se vê e se relaciona consigo própria e com o mundo à sua volta.

A Terapia de Grupo, de orientação grupanalítica, constitui uma resposta terapêutica extraordinariamente importante e válida nestas situações.
O contexto grupal, conduzido por terapeuta com formação apropriada, permite trabalhar eficazmente a relação de cada um consigo próprio, enriquecido pelo contributo dos outros membros, bem como a relação com os outros, reproduzindo uma rede de relações interpessoais promotora de mudança e de crescimento mental.

A indicação para a terapia de grupo é definida após uma avaliação individual prévia.

As sessões têm duração de 90 minutos em grupos com o máximo de 6 ou 8 pessoas e com uma regularidade a definir consoante as características específicas de cada grupo.

CONSULTA DE GRUPO TERAPÊUTICO DO LUTO

A morte, separação física definitiva de alguém a quem se está fortemente vinculado, desencadeia por vezes processos individuais e/ou familiares complexos e insuficientemente mentalizáveis. Nestas situações o processo de luto, de elaboração da perda e da ausência, não é possível de realizar de modo adequado e conduz muitas vezes a estados de sofrimento e dor mentais, difíceis de ultrapassar e promotores de disfunção e doença.

A intervenção terapêutica em contexto de grupo, surge nestes casos como uma resposta clínica de enorme validade, ao permitir o pensar e comunicar o sofrimento, num registo de partilha e de identificação com outras pessoas com problemáticas similares.
A situação de terapia de grupo promove a comunicação e facilitação dos processos de pensamento e de mentalização dos conteúdos psíquicos, sentimentos e emoções, de outro modo bloqueados e perpetuadores de doença e mal estar.

Esta intervenção terapêutica pode ser aplicada isolada ou concomitantemente com outras estratégias clínicas, psicofarmacológicas ou outras, contextualizadas dentro de um plano terapêutico individual, integrado e articulado.

A indicação clínica para o grupo requer uma avaliação prévia caso a caso, pois não existe nenhuma resposta terapêutica que seja aplicável a toda a gente e como todos os tratamentos possui indicações e contra-indicações.

No processo psicoterapêutico de grupo, cada pessoa é parte integrante do seu tratamento na procura de soluções e mudanças mais adequadas para si própria, podendo contar com a visão e vivências dos outros, numa dinâmica de maior auto-conhecimento e alargamento da compreensão das experiências pessoais.

O Grupo Terapêutico é conduzido por um Terapeuta com formação específica na área.

Cada Grupo tem um máximo de 6 pessoas e sessões com regularidade quinzenal e duração de 90 minutos.

CONSULTA DE PROCESSOS DE ADAPTAÇÃO E BEM-ESTAR

Esta consulta tem como principal objetivo ajudar a pessoa a encontrar, construir e praticar um estilo de vida que lhe permita viver uma vida com qualidade e gratificação, segundo a sua definição individual de sucesso e de bem-estar. Para isso, funde os paradigmas da psicologia de terceira geração e de medicina funcional e integrativa para uma abordagem  mente-corpo, holística e multidimensional.

Medicina funcional.

Atualmente, um número cada vez de pessoas sofre de doenças crónicas complexas, como cancro, diabetes, doenças autoimunes  e perturbações psicológicas. O estilo de vida moderno traz consigo bastantes privilégios, nomeadamente ao nível de cuidados de saúde e acesso à informação. No entanto, acarreta também múltiplos stressores físicos e mentais aos quais o nosso corpo ainda não se adaptou, gerando novos desafios aos quais ainda não existem respostas à altura – ainda para mais, quando estes stressores são por definição persistentes, mas subtis, escapando muitas vezes à nossa consciência.

A medicina funcional surge, precisamente, para fazer frente a esses novos desafios, numa abordagem que, mais do que eliminar “sintomas”, procura identificar a causa raiz dos mesmos, identificando quais as disfunções que lhe estão subjacentes. Assim, fundamentada em técnicas e métodos preventivos, tem como principal objetivo atuar nas causas das doenças, visando promover o bem-estar e a qualidade de vida, equilibrando os processos biológicos básicos.

Assim, mais do que a doença, observa a pessoa única, como um histórico, hábitos, genética, e caraterísticas que fazem com que alguém diferente, ainda que com o mesmo problema, requeira uma abordagem completamente diferenciada. Procura promover a saúde, enquanto estado de vitalidade, mais do que ausência de  doença, o que requer prestar atenção à pessoa como um todo e a um conjunto de dimensões e fatores quer internos (ex.: crenças, emoções, predisposição genética, desequilíbrios fisiológicos), quer externos (ex.: fatores ambientais, estilo de vida, alimentação).

A doença é uma mensagem, que procura informar acerca de desequilíbrios existentes, e o corpo é um aliado, não um obstáculo a controlar, pois um corpo em equilíbrio apenas procura promover a saúde. Muitos desses desequilíbrios nascem ou são mantidos/agravados  por hábitos quotidianos da pessoa (ex.: alimentação, atividade física, sono, meio social, satisfação psicológica, etc.), pelo que deixa a pessoa “doente” é parte fundamental do processo da cura, envolvendo-se o paciente neste processo e dando-lhe o poder e autoria na sua recuperação.

Por fim, trata-se de uma bordagem de saúde integrada, individualizada e baseada na ciência, integrando as melhores práticas médicas e servindo-se de outras práticas complementares de forma interdisciplinar e holística.

Para quem? É destinada a qualquer pessoa que procura melhorar a sua qualidade de vida e bem-estar bio-psico-social, ou a quem as respostas anteriormente procuradas, nomeadamente no âmbito da medicina mais tradicional, não providenciaram uma resposta completamente satisfatória. Dirige-se àqueles que, embora saibam precisar de fazer alterações no seu estilo de vida, sentem precisar de ter preocupações validadas e o seu problema identificado, de modo a ter orientações mais claras acerca de como alcançar os seus objetivos.

Muitas vezes, é indicado ao paciente que:

  • Sofre de sintomas como fadiga, desconcentração, esgotamento, dificuldades em perder peso/aumento repentino e inexplicado de peso, depressão, ansiedade, sem causa ou problema identificado.
  • Suspeita de problemas (ex.: de tiroide) apesar dos resultados laboratoriais surgirem como “normais”.
  • Não se sente bem, sente que algo mudou bastante, mas os exames médicos pouco mudaram ou estão “normais”.
  • Outros sintomas são acompanhados permanentemente de obstipação crónica, inchaço, desconforto na barriga ou azia, ou outros sinais de inflamação, mas sem certeza do porquê ou sem ter mudado nada na forma como vivia que explique estes sintomas.
  • Está curioso acerca de como o estilo de vida pode melhorar o bem-estar ou que precisa de orientação para melhor aplicar as tais alterações.
  • Tem muito conhecimento acerca de práticas de estilo de vida saudável, mas precisa de ajuda para discernir e priorizar informações.
  • Sente que não está a ser ouvido pelo seu médico atual ou outros profissionais em determinados aspetos.
  • Acredita em implementar mudanças que visem um estado da saúde ótima, sem ter de esperar por um estado de doença manifesto para tomar ação e ser ouvido.

 

Terapias de terceira geração: 

O termo “Terapias de Terceira Geração” surge dentro das terapias cognitivo-comportamentais no sentido de providenciar respostas a aspetos problemáticos que começaram nelas a ser detetados, quer no modo como compreendem o sofrimento humano, quer no modo como atuam nesse sofrimento. Mantendo o compromisso com o carácter científico da terapia comportamental, as terapias de terceira geração não pretendem rejeitar as gerações prévias, mas atualizá-las e ampliá-las. Assim embora se baseando na evidência, esta é uma abordagem altamente integrativa e passível de providenciar resposta a uma grande variedade de  necessidades dos pacientes.

Estas partem do princípio que o sofrimento parece ser um processo básico da vida humana, nascendo o “problema” mais a forma como o indivíduo se relaciona com esse sofrimento (ex.: as formas inadequadas que utiliza para escapar do mesmo), mais do que do sofrimento em si. Foca, assim, a relação do indivíduo com os seus pensamentos, procurando ajudá-lo a aceitar adaptativamente as circunstâncias do momento presente, baseando-se no Mindfullness, na prática de regulação da atenção e em técnicas experienciais. Procura basear o processo de mudança nos valores do paciente, capacitando-o a ser ele próprio o principal gestor desse processo.

Mais do que eliminar problemas, estas terapias procuram construir repertórios amplos, flexíveis e efetivos que o paciente possa utilizar ao longo da sua vida para dela obter o máximo potencial e gratificação. Essas novas intervenções manualizam, estudam, e trazem para o campo científico áreas tradicionalmente consideradas como menos empíricas no âmbito do trabalho clínico (como mindfullness, difusão cognitiva, compaixão, aceitação, valores da vida, entre outros) e, por outro lado, readaptam abordagens mais tradicionais segundo estes novos princípios.